28 de setembro de 2010

À gosto


A garrafa estava lá, cinzento líquido,
E guardada no bar como troféu.
Que bebida, pudesse afagar.
Fui incentivada pelo aplauso da tua galera,
Tomei do líquido cinzento, no todo.
E sobre um vidro do mais puro cristal.
O derramei.
Ví então o fluido contente esparramando-se.
Espantei o vento, não pisquei, não respirei.
Não atrapalhar. Era a questão.
A quietude era tal,
que escutava-se o marulhar do líquido
a vencer empecilhos inexistentes.
Ainda secando refazia-se o texto.
E deu para ler, estava bem claro.
Estava só e liquefeita.


ValériaSorohan



Selinho recebido do blog


59 Mil comentários:

ANGELICA LINS disse...

Fui tomada pela tua poesia...

:)

Beijo

Ju Fuzetto disse...

Que coisa linda amiga!!
Um beijo enorme pra vc!

Anônimo disse...

Véleria; Lindo ficou uma poesia liquefeita adorei
Sempre sai das tuas mãos lindos versos.
Beijinhos
Santa Cruz

Anônimo disse...

Bebi os seus versos...

Beijos querida!!^^

Unknown disse...

um momento, uma poesia...

o olhar da poeta é diferente mesmo.

um beijo

La sonrisa de Hiperion disse...

A gusto se está en tu espacio, cuando se leen cosas preciosas como las que nos has dejado...

Saludos y un abrazo.

chica disse...

Maravilha,Valéria...Bebi as palavras até o final!beijos,chica

Pelos caminhos da vida. disse...

M A R V I L H O S O, amiga.

beijooo.

Anônimo disse...

Eu sei bem como é isso, às vezes para agradar a gente entra numa balada e mesmo assim não reparam nosso esforço.

Graça Pereira disse...

Uma poesia diferente...liquefeita que nos entra no corpo e circula com o sangue...
Beijo
Graça

Talles Azigon disse...

E você é um deslumbre um deslubre só primeiro o inteligente jogo de palavra do titulo e depois a imagem que vai-se pintado como mágica no poema

^^ maravilha maravilha só

untouchedmilk. disse...

Gente que lindooooooo!
Muito bom.
Beijão =*

Rosane Marega disse...

Lindo ne, como sempre!
Beijosssssssss

Sergio disse...

Hola Valéria,

gracias por compartir tan bella poesia...

Te dejo saludos argentinos,

Sergio.

Anônimo disse...

Valéria querida,

Me embriaguei nas suas escritas...

Muitas das vezes precisamos de tomar alguns atalhos para sair um pouco da realidade nua e crua... Beber pra esquecer, fumar para passar o tempo e se drogar para morrer mais depressa... É um inferno isto... Cada um sabe da sua dor... E a sua dor nunca é maior ou menor que a minha, ela é APENAS A SUA DOR. Lindo isto nénão? Quero ver agente colocar na prática...

Olha amei o seu comentário lá no meu canto...ja comentei inclusive. Obrigada por suas visitas...Ameiiiiiii de verdade.

Bjitos no coração com muita admiração por vc. e suas escritas deliciosas.

Juci Barros disse...

É impressionante a inteligência em seus versos!
Beijos.

poesia del cielo disse...

lindos sentires amiga.. obra seu coracao..

saludos
abracos
otima semana

Anônimo disse...

Tomei um golinho do seu poema lindoooooooooooooooooo!!!!E não fico bebada, fico maravilhada!
bjossssssssss

By Me, Lí.M. disse...

AINDA BEM QUE VOLTOU LÁ...:)OBRIGADA

AQUI BEBE-SE POESIA...HÁ UM GOLE PARA MIM?

BEIJOOO

Jeannie Maria disse...

E nos arrastamos até o torpor para ver contente a pessoa amada e ela ainda nos deixa um vácuo. Absurdo isso!
B-jim.

Suzana Guimarães disse...

Saudades, Valéria!

Tua casa foi uma das primeiras que encontrei quando aqui cheguei, neste mundo dos Blogs. Lembro-me bem do dia.

E você continua com a mania de entre um poema e outro me pôr para pensar.

Adorei o comentário do FRED, sempre gosto. Ele podia ir lá me visitar, eu ia gostar muito.

Concordo com ele, mas fico aqui pensando na última frase: "não fui sorvida".
Creio que o segredo está aí, mas desta vez, eu não decifro, só tu.

Beijos!

G I L B E R T O disse...

Poesia na veia, amiga!

Tomei-a num unico e denso gole... desceu garganta abaixado ululando hips e hurras... a palavra é somente palavra, vira poesia quando ela, a palavra, encontra nosso coração!

tua palavra, amiga, encontrou meu coração!

Beijos!

Tati Lemos disse...

parabéns pelo selo querida, nossa eu poema belo!

Beijos

meus instantes e momentos disse...

parabens pelo teu post.
lindo e inspirado.
Muito bom.
Maurizio

Pérola Anjos disse...

Embriaguei-me com a tua linda poesia!

Beijos!

Rosemildo Sales Furtado disse...

Ao passar aqui, a gente sempre aprende alguma coisa. Belo poema.

Beijos,

Furtado.

João Lenjob disse...

E eu acabei de embebedar de seus versos. Abaixo poema e meu blog está atualizado com mais cinco. Aguardo opinião.

João Lenjob.

Sem Sabedoria
João Lenjob

Quero tua pele em minha pele
Quero o teu calor dentro de mim
E soluçar com o teu ardor
Pois sobre mim és corbertor.
Quero te apertar com toda força
No expulsar de teu prazer
Quero ser tua e dizer que sou
E perpetuar a a satisfação
Cravar-te em mim com as próprias unhas
E mordiscar todo o teu sabor
Aquecer-te com soberania
Acelerada e sem sabedoria
Fazendo de dois sonhos um sonho só
Numa fogueira sem harmonia
Ou uma lareira sem simetria
Como febre, cólera, mas com todo amor.

Eraldo Paulino disse...

é ótimo ler esse texto com álcool no sangue. Me fez lê-lo melhor do que se estivesse pelnamente sóbrio, certamente rsrs

Bjs!

Fátima disse...

Oi Valéria,
Senti uma certa tristeza nessa bebida (por não beber nada alcoolico sempre vejo o pior na bebiba..rs). O poema, muito inteligente. Muito bom!!

Beijos meu

Laura disse...

"No bar, todo mundo é igual", poesia sentida.

Bjs*

ONG ALERTA disse...

Que inspiração, beijo Lisette.

Cris de Souza disse...

Elevada, entontece-me.

Quero beber da tua bebida, pra escrever algo assim...

Beijo, bonita.

Érica Amorim disse...

vc foi elegante, feliz, linda leve e belíssima!


bjãO

Anônimo disse...

Pura poesia!
Amei!
BjO*

Anônimo disse...

Linda poesia.
E parabens pelo selo que ganhastes

bjos.

Anônimo disse...

Massa! Eu fui, incrível!

Beijo.

Anônimo disse...

Dei uma repaginada no meu blog, depois diz o que achou, a opinião das minhas maravilhosas seguidoras, são muito importante pra mim ashaushaushuahsu
Tô românticuzinho hoje

Elias Balthazar disse...

Me fez pensar que somos o que bebemos...

Lina disse...

Bebemos para tomar coragem, mas depois a dor de cabeça que isso causa é que nos faz ver realmente que certos momentos não valem à pena.

Bjinhos

Sofia M. disse...

Bebi até a última palavra.
Sua poesia me deixa embriagada de admiração.

Beijão

Zélia Guardiano disse...

Muito lindo, Valéria, o texto e o espaço como um todo!
Encantou-me tudo que aqui encontrei.
Virei sempre.
Grande abraço.

Karen disse...

Primeiramente, obrigada pela visita e comentário no Borboletas!
E quanto aos seus poemas..... arrebatadores...
Sou tua fã.
Beijos de Borboleta ;)

Leila Cristina disse...

É sempre a eficácia dos poemas belos e concisos.Sempre.
Beijos e saudades,

bruna disse...

Ah, essas garrafas eim =)
Adorei o poema.
Beijos

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Belíssimo! Navegar na galera em.mAR.ANHADA tá.teia o mar íntimo que é teu... ;)

lis disse...

poesia em gole Valéria e vou sorvendo todas as noites que me achego a ti.
obrigada pela gentileza do acolhimento.
boa noite , bela quinta
bjs

RECANTO DA POESIA disse...

" De todas as Primaveras ...
A mais linda
Encontra-se nos olhos
De quem nos ama "

=- Bruno de Paula -=

Beijos de coração prá coração! M@ria

Sonia Parmigiano disse...

Valéria,

Maravilha de verso!!Parabéns!!Vir aqui é sempre certeza de ótimos versos!

Beijos....tenha um lindo dia!

Reggina Moon

Rosane Marega disse...

Oieee, bom diaaaaaaaaa!
Beijosss

*lua* disse...

É ... eu fui sorvida agora por ti! Ai Deus! Beijo Valéria.

By Me, Lí.M. disse...

ATÉ CONSIGO ESCUTAR O MARULHAR DO LÍQUIDO COMO SE FOSSE MAR...LAVA FRIA NA TUA GARGANTA...

BEIJUUUU

Poliana Fonteles disse...

lindo, lindo!!!

e cheio de atitude...

è sempre bom te visitar..

Abraços...

:D

Franck disse...

Que venhas, sempre, à gosto!
Bj*

Rosane Marega disse...

Passando para retribuir o beijoooooooooooo

João Lenjob disse...

O Meu Samba
João Lenjob

O meu samba é pureza fina
É o meu olhar para uma menina
É a divina melancolia
É a forma que em mim irradia.

O meu samba é a riqueza pobre
Mãos da rua e instrumentos nobres
Sorriso pequeno e choro elegante
Papel tão adulto e caneta infante.

O meu samba é retrato de palmas
Sonho brando de evidente alma
Com brilho intenso e musa verdade
Da perda inspirada na vitalidade.

E pode acreditar, mas acabei de postar mais cinco poemas novinhos no blog. Beijos!!!

João Lenjob.

Anônimo disse...

não foi sorVida e é isto que importa.

Que poema lindo!

By Me, Lí.M. disse...

QUE AGOSTO JÁ ERA...UM BRINDE A SETEMBRO E AO OUTONO...AQUI

JOCAS

Lunna Guedes disse...

Acho que estou completamente embriagada. Bacio

Anônimo disse...

Uma solidão líquida, escorrendo por dentro da alma.
A poesia embriaga... a tua poesia embriaga encantadoramente.
Beijokas.

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