31 de março de 2009

A heroína ideal





Se minha vida fosse uma HQ,
gostaria de ser Valentina
do cartunista Guido Crepax,
a heroína sex e audaz
que botou muito homem de HQ para correr.






Borboletas tem a capacidade de mudar de cor
Mulheres também, mas só quando recebem um elogio.

17 de março de 2009

E a doçura?

Ultimamente aqui em casa, a televisão esta sempre ligada interagindo com a família. Sinto que falta tempo, vontade e dedicação, mas muitas vezes não chego a acreditar que o relacionamento esteja correndo perigo. Estou acostumada de uma certa forma, com a falta de doçura e a frieza instalada no ambiente como se fosse um móvel de canto.
Quem assistiu ao filme Beleza Americana, lembra da personagem interpretada por Annette Bening, um caso típico de como a amargura pode chegar ao relacionamento. A atriz vive uma mulher de relativo sucesso profissional que critica o marido em tudo, que o vê como um fracassado, que renega um carinho porque a cerveja pode cair no sofá. O ter está acima do ser, a famosa crise de valores que faz com que muitos casamentos mais pareçam uma sociedade com fins lucrativos. A parceria, o amor e o carinho, tudo isso fica nas clausulas miúdas do contrato. E a doçura? Bem, essa coitada já nem faz mais parte da história.

13 de março de 2009

Adeus, Harry!

Acabei de ler o último livro da saga do bruxo que, há 10 anos, abriu as portas de Hogwarts pra mim.
Todo fã de Harry Potter sonhava com o fim da saga, e eu, pottermaníaca, não fui exceção. Assim que sentei para ler a primeira página de Harry Potter e as Relíquias da Morte, vi que não ficaria decepcionada. O livro foi tudo o que eu esperava e mais.
As mortes prometidas, os mistérios solucionados e novos mistérios que fazem parte da trama e as reviravoltas não poderiam ter agonizado mais meu coração. Eu que acompanhei o Harry desde a Pedra Filosofal me senti encaixando peças finais de um quebra-cabeça que demorou 10 anos para ser montando. Mesmo que alguns achem que o epílogo deixou informações de fora, o livro é um banquete para qualquer um que já teve o prazer de mergulhar no mundo mágico do bruxinho.
O livro me marcou de uma maneira especial e, por que não dizer mágica.

11 de março de 2009

Coração neurótico

Eu gosto de me apaixonar, confesso que até com com uma certa facilidade. Tudo bem, eu consigo amar até uma abobrinha. Faço planos, sofro muito quando acaba, e sempre prometo pra mim mesma que não vou me apaixonar de novo, e acabo esquecendo da minha promessa. Um dia conheci um cara bacana, mas acho que o botão de apaixonar estava mal apertado. Aconteceu que eu gostei dele, a gente se entendia, e chegamos a namorar.
Meu namorado era super legal. Tinha vencido a paixão, estava vivendo uma relação sem ciúmes, sem medo, sem discussões porque nada me incomodava. Imagina uma relação harmônica...era a minha. Um namoro sem lágrima, sem aperto no peito e nenhuma batida no coração.
É mas nem preciso dizer aqui que, esse relacionamento super legal, não durou muito. Faziamos muitas coisas juntos. Mas eu sentia falta daquela euforia que tem numa paixão. Planejar o resto da vida com alguém, medo de pede-lo. A paixão é assim né? Uma delícia, deixa a gente neurótica. Porque é assim que o amor faz sentido pra mim, O coração tem que estar a mil.

3 de março de 2009

Culpa zero

Fruta não é sobremesa, a não ser como calda de sorvete.



Acho o máximo quando um cara abre a porta do carro e do elevador pra mim. Não é porque queimamos sutiãs que não podemos gostar de gentileza.



Vale também deixar um restinho de suco na jarra só pra não lava-la na hora. Pular partes chatas do livro de mistério e ir direto para a revelação de quem é o assassino. Checar cabelo e maquiagem em todos os espelho que eu encontro entre a minha casa e o trabalho. Sentir saudades do colinho da mamãe ao tomar uma bronca do chefe.



Para mim, vale tudo para deixar as encanações de lado e poupar meus neurônios para o que é mais importante de verdade e sem culpa.



Eu quero um cabelo igual ao dela!




Oras botas!!

Alta, baixa, com ou sem saltos, não importa, eu adoro botas.