Justamente nas reticências que se instalam logo após o "e viveram felizes para sempre"
e antes do peso de um "para sempre", inicia a estória. Também não há a necessidade de um desenrolar ilusório que, persistentemente, segue um "Era uma vez". Tendo em vista que o de praxe não foi utilizado no princípio, por igual razão e, eximido de qualquer obrigatoriedade, fica de fora o "pra sempre", já que "sempre" é tempo demais e não persiste na estória da carochinha que começa aqui e acaba logo ali ao final do primeiro parágrafo.
Também não há estrofe, pois, em concordância, não há mais poesia, e não há rima, já que a soma de um e outro não combina. Mas há um ponto, um ponto final.
THE END



