24 de setembro de 2010

Desejo de liberdade


É primavera
lá fora.
E eu aqui
tão presa
nos limites
deste vaso.

ValériaSorohan

59 Mil comentários:

Pelos caminhos da vida. disse...

Me encanto cada vez mais com seus post amiga.

beijooo.

C@uros@ disse...

Olá querida e sensível amiga Valéria Sorohan, que a primavera traga liberdade para todos nós, que ela venha rápida, plena e ilimitada. Um belo e florido final de semana para você.

forte abraço

C@urosa

ailton martins disse...

Genial!

ANGELICA LINS disse...

O limite é apenas do vaso.

=)

Cheiro

chica disse...

Que sensibilidade!Lindo!beijos,tudo de bom,chica

Rosane Marega disse...

Oie...hoje eu estou precisando ler mesmo coisas bonitas.
Beijossss

Anônimo disse...

Mas pense: é primavera dentro do vaso também!!
:)

ErikaH Azzevedo disse...

O vento é um bom amigo e é no aroma que exalas é que tens a liberdade....

Bjo menina linda

Erikah

Laura disse...

Moça das poucas palavras, mais uma vez nos brinda com uma bela pintura em forma de versos. Me deu uma vontade de abrir a porta e ir para a rua. Viva a liberdade!

Bjs*

Lina disse...

A primavera tem inspirados belos post por aqui.

Meu carinho

By Me, Lí.M. disse...

TÃO SIMPLES,TÃO SENSÍVEL...TÃO PROFUNDO...

FOLGO EM SABER QUE EM TI HÁ O DESEJO DE LIBERDADE

O VÍDEO NÃO SE ENCONTRA DESACTIVADO...PODES VOLTAR LÁ...

BEIJOOO

AC disse...

Um convite sedutor para abrir janelas, romper espartilhos...
(Sou teu fã, Valéria)

Beijo :)

Pérola Anjos disse...

A primavera é um convite. Aceite! Ainda que seja para experimentar a tal renovação que ela oferece. Saia do vaso, exale!

Senti cada palavra. Lindo!

Obrigada pelos comentários sempre carinhosos!

Beijos!

Talles Azigon disse...

os seus minimalismos vão tão além do que tudo que se pode sentir

amo essa poesia pequena na forma

sem medidas na poeticidade

Tuca Zamagna disse...

Às vezes me sinto assim também. Outrsa vezes, pior, com preguiça de me regar... rsrs

Beijo

Fátima disse...

Meigo, mas tb triste.
Sem duvida muito criativo!
Adorei,

Beijos meu

Érica Amorim disse...

eu fico aqui matutando sabe, é incrível como vc diz muito com poucas palavras (sei, já disse isso)tô me questionando de quantas primaveras a gente não perde quando se fecha ou se aprisiona do mundo....

bjo

Anônimo disse...

Gostaria que vc visitasse o meu canto, é novo, e é postagem de textos de Saramago.

bjos

:)

Vanessa Monique disse...

Quebre o vaso e se liberte dele.

www.vanessamonique.blogspot.com
:*

Francys Oliva disse...

...Mas, ela está lá, bem ao seu calcance. Basta um olhar, mais atento.
bjs

Rosemildo Sales Furtado disse...

Olá Valéria! Passando para agradecer pelas palavras amáveis deixadas no nosso humilde espaço e dizer que amei o poema. Muito condizente com a imagem. Falta só abrir as portas e janelas, e deixar a primavera entrar.

Beijos,

Furtado.

Anônimo disse...

sugiro VAZAR.

Pelos caminhos da vida. disse...

Um excelente fim de semana pra vc amiga.

beijooo.

Sofia M. disse...

Palavras em sintonia perfeita com a imagem. Lindo!

; )

Sofia M. disse...

Obrigada por permitir o uso da sua poesia em meu blog. Assim que eu colocar te avisarei.

Unknown disse...

Pô, me pegou!

Adoro poemas curtos que dizem bastante!

beijos

Amélia Ribeiro disse...

Olá Valéria!

Profunda mensagem em tão poucas palavras!
Adorei!
Por cá vivemos o Outono, estação também com muita beleza!

Um beijo e que tenhas um excelente final de semana.

gabyshiffer disse...

Pois é,
as vezes as pessoas ficam presas a tantas coisas que não tem vontade ou mesmo perdem a alegria de curtir as coisas boas.
Lindo post amiga
:)
Vim lhe desejar bom findi e dizer que tem selinho pra vc no meu blog
:)
Beijos na alma!


"A verdade nunca esta no passado. A verdade do passado é cinzas da memória, a memória pertence ao tempo, e nas cinzas mortas de ontem não existe verdade. A verdade é uma coisa viva, não contida na esfera do tempo"...
Krishnamurti

Canteiro Pessoal disse...

Valéria,

A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega. Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores. Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende. Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol. Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz. Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação. Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou. Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor. Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.



Meireles, Cecília

Abraços

Priscila Cáliga

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

És.vaso.ía tudo... :)

Jeannie Maria disse...

Mas deve ter alguma vantagem em ser flor colhida, é receber a admiração e o cuidado especial de alguém!!!
Obrigada pelos elogios, vc tbém é linda, por dentro e por fora...
B-jim.

Tati Lemos disse...

eu queria ser uma flor de jardim, e não uma que vivesse nun vaso, eheh!

Moça, desculpe minha ausência aqui!

Beijos

Cris de Souza disse...

Um belo paradoxo.

Beijo, flor!

Vanessa Souza disse...

E é inverno ainda, aqui dentro.

Anônimo disse...

Confesso que ainda não sentir primaveras em mim... Há um longo e frio inverno!

Beijos querida!!^^

Daniela Filipini disse...

Nossa, que lindo.

La sonrisa de Hiperion disse...

Déjenme que respire... que todo tiene ya luz...

Saludos y un abrazo.

Anônimo disse...

Presa nos limites...Nunca... Nãooooo....Jamais... Nada de amarras, cascas e padronagem que nos fazem ficar completamente acorrentadas, sejam a pessoas, passados e muito menos a nós mesmas. Devemos nos prender sim, aos nossos anseios, sonhos e projetos, daí se couber espaço para preenchermos com esta tropa toda, até pensare,ps senão vamos em frente...
Queridona, obrigada pela visita e doces palavras, adoreiiiiiii o seu Blog...Olha a primeira vez q. vi sua foto, pensei ser de uma amiga que ha muito tempo eu não vejo, incrível a semelhança. Bjitos mil e volte sempre. Ja virei sua seguidora, fica mais facil acompanhá-la com suas escritas.

Anônimo disse...

Valéria; Simples mas muito profundo gostei e la chegou ai a primavera e aqui o Outono,
Beijos
Santa Cruz

Anônimo disse...

Tem dias que não adianta, com primavera, com sól,com cores vivas para todos os lados...a gente se sente meio assim, meio cinza feito tempestade, e meio que presas dentro de um vazo....
lindoooooo!
bjosssssss

Juci Barros disse...

Nunca me senti tão flor...
Beijos.

[Ananda] disse...

bom,então vai lá pra fora,vá atrás do sol e da vida lá fora,não fique presa nesse vaso,cresça atrás do sol,como um monte de plantinhas fazem...=)
é isso flor.

bjs

ONG ALERTA disse...

A vida nos coloca limites, então sonhe...
Beijo Lisette.

Lunna Guedes disse...

Fiquei aqui imaginando um jardim onde os vasos não alcançam. Bacio

Gilbamar disse...

A primavera desperta poesias ternas como essa, tão bela e encantadora.

Abraços poéticos de Gilbamar.

João Lenjob disse...

Dando mais uma voltinha aqui sempre apreciando seu espaço. Atualizei hoje meu blog com mais cinco poemas e aguardo sua opinião.

João Lenjob.

Sertão Poesia
João Lenjob

Depois de beijar-te a boca
Queria ter mais teus abraços
Tirar-te o vestido de alça
E deitar-me contigo na cama
Com luzes de velas aos pires
Aos sons da noite mais pura
E presença de estrelas sorrindo
Acordar com o aroma café
Com calor vigoroso do sol
Sentar-me na mesa tão farta
De simples cadeira e toalha.

Beijo-te novamente a boca
Durante o dia que passa
Teus negros cachos passeiam
A tua pele morena me clama
E o feijão assim esquent'a lenha
Arroz com pimenta e cachaça
A esperança que feliz, nunca passa
Com sombra só dentro da casa
Refrescando o chão de verdade
No amor do sertão poesia.

Marcos Vinicios Rodrigues disse...

Muito lindo.

A figura completa o verso e vice e versa.

Poético, e mágico.

Adorei.


Se quiser, dê uma passadinha no http://occhistrabici.blogspot.com/ , onde coloco meus textos e inspirações.

Bjão!

valterpoeta.com disse...

Boa semana minha querida, bjs

"Enquanto houver
Mulher e Flor:
Haverá magia, ardor,
o encanto e a poesia
perfume, desejo e amor!"


"A mulher e a flor
fornecem a fragrância
que acende a chama da paixão
que invade a alma
e o coração de quem ama."


"Quem duvida
da importância das flores
não é digno de sentir o perfume
e deleitar-se com suas cores."


"Assim como as flores:
As mulheres devem ser apreciadas
pois, vivem a nos encantar,
com paixão devem ser reverenciadas."


Valter Montani

bruna disse...

SOLTE-SE !!!
Seguindo aqui, adorei.
Beijos

*lua* disse...

Valéria por tomar a figura ... acho que as flores irão rastejar para fora do vaso e de repente alguém, uma boa alma as carregue nos braços com carinho e entenda o clamor e plante-as num terreno grande e vistoso ao som da primavera ... nada é impossível!

lis disse...

Oi Valéria
primeiro saudade! daqui do seu Rasuras , uma semana e parece um mundo de dias! rs
depois que a primavera dentro dos jarros já é um início de promessas , vai transbordar em pétalas, cores e perfumes!
ainda convaslescente (quase adolescendo ... )
de tanto mimo na cama , cházinhos , melzinho e tais rs
brincadeira Val, estive péssima, mas passou!
beijinhos
boa semaninha , boa eleição!

Poemas do Jorge Jacinto da Silva Jr disse...

Muito bom seu blog! Adorei o visitar! Abraços, Jorge.

By Me, Lí.M. disse...

TÃO PERFUMADAS...TÃO SENSÍVEIS...TÃO DELICADAS...

BEIJOOOO

A.S. disse...

Valéria,

À míngua de água, nada sobrevive! Sem liberdade não existem primaveras! Quebra o vaso, pois nada é mais vital que ser livre!!!


BjO´ss
AL

Pelos caminhos da vida. disse...

Uma boa semana pra vc amiga.

beijooo.

Sonhadora (Rosa Maria) disse...

Minha querida
Estou voltando.
Obrigada pelo carinho das palavras que deixou e que me aquecem a alma e o coração.

Beijinhos com carinho
Sonhadora

Elias Balthazar disse...

Assim lamentam as flores...

Suzana Guimarães disse...

Apesar de ser outono aqui, eu consegui, libertei-me dos limites do vaso.

Beijos!

Anônimo disse...

Às vezes, não é tão fácil encarar a primavera além do vaso, como pode parecer!
Você é sempre uma flor de suave perfume, Valéria.
Adorei do sentido delicado que vc captou nesse pequeno poema.
Beijokas.

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