2 de janeiro de 2013

Pourquoi, mon Dieu?



Às vezes falta-me o ar,
quase sempre as palavras,
mas nunca a capacidade de apreciá-las.
Às vezes, crio asas,
noutras, tenho pés de barro.
Às vezes, meus olhos se iluminam,
noutras, sou só tempestade.
Às vezes nem mão, nem contra-mão.
Às vezes nem a estrada existe. 
Às vezes nem asfalto, nem solo, nem terra sob o solo, nem céu sobre o asfalto. 
Às vezes (sempre) somente a necessidade, pura e simples. 
À vezes quero dizer, mas me faltam palavras,
Às vezes quero sorrir, mas me faltam sorrisos, 
Às vezes quero chorar e lágrimas nunca me faltam...

7 Mil comentários:

Fred Caju disse...

Às vezes, não... Sempre que passo aqui o passeio compensa.

silvioafonso disse...

.




É triste você viver sózinha e
na madrugada ser acordada
pelos sussurros no quarto ao
lado onde um casal apaixona-
do se entregam ao sublime a-
to do amor...

Veja amanhã, no meu blog.

Beijos,

silvioafonso







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Sonhadora (Rosa Maria) disse...

Minha querida

Por vezes estamos assim sem nós...por vezes queremos apenas ser e viver o que de melhor a vida tem...o amor.
Adorei como sempre ler-te e tinha saudades.

Um beijinho com carinho
Sonhadora

POETA CIGANO disse...

Querida amiga Valéria !

Perdoa-me invadir seu espaço, mas temos amigos comuns. Seu Blog. é lindo tanto de layout como de conteúdos. Está de parabéns. Já sou seu seguidor.

Beijos de luz !!!

POETA CIGANO – 05/01/2013

http://carlosrimolo.blogspot.com

CARLA STOPA disse...

Às vezes somos contradição...Saudade desse cantinho.

Canteiro Pessoal disse...

Sempre!

Abraço,
Priscila Cáliga

Anônimo disse...

Emocionante.....

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