
Às vezes falta-me o ar,
quase sempre as palavras,
mas nunca a capacidade de apreciá-las.
Às vezes, crio asas,
noutras, tenho pés de barro.
Às vezes, meus olhos se iluminam,noutras, sou só tempestade.
Às vezes nem mão, nem contra-mão.
Às vezes nem a estrada existe.
Às vezes nem asfalto, nem solo, nem terra sob o solo, nem céu sobre o asfalto.
Às vezes (sempre) somente a necessidade, pura e simples.
À vezes quero dizer, mas me faltam palavras,
Às vezes quero sorrir, mas me faltam sorrisos,
Às vezes quero chorar e lágrimas nunca me faltam...
7 Mil comentários:
Às vezes, não... Sempre que passo aqui o passeio compensa.
.
É triste você viver sózinha e
na madrugada ser acordada
pelos sussurros no quarto ao
lado onde um casal apaixona-
do se entregam ao sublime a-
to do amor...
Veja amanhã, no meu blog.
Beijos,
silvioafonso
.
Minha querida
Por vezes estamos assim sem nós...por vezes queremos apenas ser e viver o que de melhor a vida tem...o amor.
Adorei como sempre ler-te e tinha saudades.
Um beijinho com carinho
Sonhadora
Querida amiga Valéria !
Perdoa-me invadir seu espaço, mas temos amigos comuns. Seu Blog. é lindo tanto de layout como de conteúdos. Está de parabéns. Já sou seu seguidor.
Beijos de luz !!!
POETA CIGANO – 05/01/2013
http://carlosrimolo.blogspot.com
Às vezes somos contradição...Saudade desse cantinho.
Sempre!
Abraço,
Priscila Cáliga
Emocionante.....
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