1 de dezembro de 2011

Colisão


Na pressa de perceber
o eco surdo da batida,
também fiz o meu B.O
nesse acidente é a vida.

ValériaSorohan

15 Mil comentários:

Suzana Martins disse...

Nessa pressa temporal,
fiz parada no ponto vital.
Corre sem pressa num acidente musical!

Beijos linda

Anônimo disse...

Valéria, suas idéias são geniais.
Beijo carinhoso.
Manoel.

chica disse...

Espetáculo,Valéria!!!Sempre um show aqui!beijos,boa noite!chica

puzzle disse...

Passando para dizer que gostei do novo visual do começo... e como tem hora que a gente "esquece" de viver, precisa de "acidente" pra perceber quanto a vida é valiosa!
Beijo

Sonhadora (Rosa Maria) disse...

Minha querida

É urgente viver e agarrar os momentos de felicidade que a vida nos oferece...ela é tão breve.
como sempre em poucas palavras dizes muito.

Deixo um beijinho com carinho
Sonhadora

Ricardo Miñana disse...

Hermosa colisión, siempre son momentos brillantes,
Que tengas un feliz fin de semana.
un abrazo.

Menina no Sotão disse...

Você brinca com as palavras e elas brincam com a gente... Na vida as palavras são meus mapas apontando direções distintas, tanto no presente quanto no passado. rs

bacio

Unknown disse...

Adorei a nova cara do blog.

E a poesia também. Poemas curtos me atraem.

beijos

Tainá Gonçalves disse...

Vida no meu ponto de vista sempre pode ser traduzida como plural de acidentes...

Gislãne Gonçalves disse...

Adoro tuas palavras e tuas ideias, sempre encantadora!

:)
beijos

2edoissao5 disse...

por que temos tanta pressa?

Luna Sanchez disse...

Queixas, perdas e danos...

Tão cotidiano, não?

Beijos.

Luciano Martini disse...

Por entre esquinas nos perdemos... ou será que nos encontraremos?

Anônimo disse...

A vida, acidentalmente cria novas possibilidades,que nem sempre a gente, se importa em registrar.
Registro que vir ao teu blog e te ler, é sempre um acontecimento que me deixa contente.

Beijo no coração e boa semana.

Anônimo disse...

A velocidde não levou a tartaruga
de Zenão de Eléia a lugar algum
o eco das colisões duram
as vezes muito tempo
enquanto durar o tempo...
agora fazer de um eco
das rápidas colisões da
vida um poema
um bolhetim de ocorência
só você.

Luiz Alfredo - poeta.

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