8 de agosto de 2010

À deriva

Desconheço o autor da imagem

Sou barco
sem rumo,
cativado
pela incerteza
da deriva.
Preciso,
de não ter cais.

ValériaSorohan




Recebi este selinho
do blog Rebrilho e Rebrilho

43 Mil comentários:

Anderson disse...

Isto me fez lembrar:

Quem
pensa por si mesmo é livre
E ser livre é coisa muito séria
Não se pode
fechar os olhos. Não se pode olhar pra trás
Sem se aprender alguma coisa pro
futuro.
Legião Urbana - Renato Russo.

Omnia Vincit!

Anônimo disse...

Praticar o desapego é sempre bom.

Laura disse...

O poema está belíssimo... Estou a admirar a facilidade que você tem com as palavras. Um beijo, boa semana, Va.

Leila Cristina disse...

Ouvi hoje algo interessante: que o silêncio pode ser uma festa. Pensei nisto aqui de novo. Pensei nos milhares de pedacinhos que o vento espalha, neste pacto necessário com a solidão e no renovar da vida quando os pedaços são colados um a um. Tudo isso feito na absoluta mudez do silêncio. Mas tudo isso sendo uma festa de crescimento e renovação.

Meu beijo.

Manuela Freitas disse...

A incerteza da deriva...é a nossa maior aventura... os cais são de cartolão!
Beijo poeta.
Manuela

Lina disse...

Todas as palavras utilizadas neste blog são devidamente creditadas a uma certa mulher de enorme talento e força. Valéria, sempre e sempre Valéria.

Beijo carinhoso...

Anônimo disse...

A incerteza da deriva, da vida, do destino...eis ai, a aventura que nos é proposta ao nascer...
lindo!

Anônimo disse...

essas incertezas fazem da vida algo melhor. (:

Unknown disse...

sabe que uma vez eu disse isso a um amigo e ele foi procurar pra ver onde era "à deriva"...

muito propício para um domingo, estar assim, solto, sem lugar para encostar. não é?

um beijo

[Ananda] disse...

q nem um barco,indo e sem o caos..isso foi tocante,é bom não ter sempre um lugar pra parar ir e sim decidir quando quizer,incertezas fazem parte.

aluisio martinns disse...

Costumo brincar: navegar não é preciso, viver é preciso...
lindo como tudo que escreves
Qto ao Vilarejo Tras do ventos, estou a escreve-lo. já no 4o capitulo. Vou postando entre um devaneio e outro
Graro, amiga poeta
beijos

Anônimo disse...

A gente se cativa pelo que não nos prende.

Beijo.

Eraldo Paulino disse...

Você sabe que não costumo fazer comentários lacônicos, mas teus versos me conduzem à deriva de resumir:

Lindo!

Bjs!

Sonhadora (Rosa Maria) disse...

Minha querida
Um lindo poema, que diz tanto.

Beijinhos
Sonhadora

Rosemildo Sales Furtado disse...

A liberdade de movimentos até certo ponto é boa, mas pode nos proporcionar a ancoragem em lugar não previsto e não desejado.

Beijos e ótima semana pra ti.

Furtado.

Karen disse...

Um doce...
Abraços de Borboleta =*

Coisasdemenina disse...

Amei o texto..
E parabéns pelo seliinho *-*
beijos

Má Salvatori disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Má Salvatori disse...

Oi valéria, querida!
Amiga, ando sumidinha por conta de viagens a trabalho... mas logo voltarei!

Passei para desejar uma semana recheada de coisas boas!

Um beijo grande!

*lua* disse...

Olhando a figura, fiquei por admirar a beleza de uma alma corajosa pelo desejo da liberdade, presa somente pela vontade de vida!!!! Lindo! Beijo grande!

Anônimo disse...

'cativado pela incerteza da deriva'

Voce me cativa com esse Dom lindo que tem, o de escrever coisas lindas.

Desejo bons ventos.

Beijo.

Anônimo disse...

Você me deixa sem palavras com tanta beleza e sensibilidade...

As suas Rasuras, o meu cais!

Beijos e lindo dia querida!!^^

ErikaH Azzevedo disse...

E se eu te dissesse que não te vejo barco? e se eu te achasse ser como as gaivotas? E se eu te disser que não te vejo atracada a beira-mar?

Um beijo!

Erikah

AC disse...

Há uma grande beleza nesta "incerteza da deriva", em que o cais é não ter cais.

Beijo :)

Francys Oliva disse...

Não vou resistir...Mas vou te convidar...
No dia 27 de agosto - às 20 horas estaremos realizando a segunda edição do evento "Com poesias e versos se faz uma boa mesa" - dois ambientes com música, arte e pratos deliciosos cuidadosamente preparados pela nossa anfitriã Lunna Guedes...

Para compor o cenário, queremos o seu verso, a sua poesia, a sua palavra, os seus encantos, os seus mistérios.

Serão selecionados 15 (quinze) poemas e gostaria de contar com seus escritos nesse evento. O que vc me diz??? Diz que sim...Então é so enviar para e-mail: francysoliva@gmail.com.

Suzana Guimarães disse...

As certezas, a gente deixa pra Deus!

P.S.: linda a sua foto do perfil. Mais do que linda, enigmática, envolvente, quente, doída de bela!

Franck disse...

Então, navegue todos os mares, todos os portos... Por isso te procurei nem tanto nos marujos, mas nas ondas da rebentação...Que faço agora sereia?
Bjs*

Karine Melo disse...

Belíssimo!!

passando para desejar uma ótima semana!

beijos :*

Nine disse...

E quando não há cais,
tem-se a liberdade azul em cima, e em baixo...
Sem extremos, ou limitações, deriva-se eternamente...

aiiai...
eu queria cais...

beijO

Anônimo disse...

Vc fala de mim,mas fala sério, suas postagem são um show.
Obrigado pelo ibope rs.
Beijokas amada.

Jeannie Maria disse...

Eu já estou em uma idade que preciso ancorar em algum lugar, cansei de vagar a esmo!
Uma ótima semana, poeta!
B-jim.

Maurício Costa disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

Lindo!
Quantas vezes quis ir de encontro, apenas andante, viajante sem destino a beira da loucura e precipicio... Saudades.

Maurício Costa disse...

"Qndo duas mentes se encontram no espaço e se dão conta de que fazem parte do mesmo universo, não há distância entre elas, são e sempre serão duas gotas da mesma piscina." [MC!]

Um beijo, caríssima!

Machado de Carlos disse...

Uma Alma de Luz, imortal, não precisa de tempo, espaço ou até mesmo de um cais.
Um escrita, um poema bem profundo!...

Anônimo disse...

Para quê...cais..?
Cais...só útil...
depois de um tanto de mar...
Beijos...
a foto é linda mesmo...

Beijos
Leca

Tati Lemos disse...

Lindo, temos que ter nosso porto...

"porto seguro"

Beijos

lis disse...

... um barco a deriva sempre encontra um porto seguro.No tempo certo, em águas mansas.
abraços Valéria

Anônimo disse...

Olá Valéria; me desculpa de vir só agora visitar seu novo blog, mas minha vida tem andado um pouco atribulada, mas gosto de seu blog, hoje estou muito feliz, nasceu a flor mais bela do meu eterno jardim, meu lindo netinho de nome gonçalo.
Um beijo
Santa Cruz

Léo Santos disse...

Também sou assim, sem cais e inclusive, quando avisto uma revoada de pássaros que voam para o norte, trato imediatamente de remar para o sul, por medo de encontrar a terra firme!

Um abraço pra ti, lindeza!

Elaine Barnes disse...

Pois é.Vou seguindo livre pelo hoje,pois o amanhã não existe,confesso que gostaria de ter um cais. Adorei! Tudo que descreve aqui é reflexivo e importante pra nós. Obrigada pela visita. Estou bem melhor. Montão de bjs e abraços

Cris de Souza disse...

Evoé!

Sem beira é meu mar.

D.Ramírez disse...

Lindo poema e belissima fotografia escolhida.
Besos

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