Imagine a seguinte sequência de cenas: a ação transcorre num fim de tarde de um dia qualquer. A cidadã típica termina mais uma jornada de trabalho.
Sua vida é pautada pela rotineira trindade do "bulot - metrô - dodô" (trabalho - transporte - descanso). Ao chegar em casa, e antes de dormir, decide assistir um pouco de tv. Liga o aparelho e...o que aparece na tela? Uma ilustração de suas ideias fundamentais sobre o louco desvario da tragicomédia erótica entre os sexos.
O filme é como um espelho para ela, uma superfície luminosa onde tudo pode vir a ser projetado. Mas há uma única coisa, porém, que nele nunca se reflete. A imagem da cidadã típica telespectadora, personagem excluida, ausente do campo visual.
Valéria Sorohan
Valéria Sorohan

40 Mil comentários:
Querida Valéria Sorohan, a comédia da vida real our irreal, essa tv que nos enlouquece, às vezes me entristece.
forte abraço
C@urosa
Minha mente ficou agitada! O.o
Como a maioria das telespectadoras sonhadoras.
Bjs!
A gente se vê refletido, vê algo a mais que a gente, mas nunca a gente por completo.
Beijo!
Esse post me lembra aquela música do Rappa: "falto luz mas era dia/ o sol invadia a sala / fez da tv um espelho / refletindo o que a gente esquecia"
gostei daqui!
um beijo
A vida passa num segundo, como se fosse um filme, sem cortes ou replay!!
beijos, boa semana flor
É. Às vezes as pessoas são esquecidas, ou esquecem de si próprias. Acontece muito!
Esses morangos enchem minha boca, hum...que delicia, sua entrada é uma tentação hein.
beijooo.
Minha querida
Somos e não somos.
beijinhos
Sonhadora
Eita... me cansei só de ler e imaginar tanta coisa.
É bom refletir assim... ver as outras vidas como vivem, mas não deixar de ver a nossa como está sendo vivida ou como não está sendo.
Belo!
Beijos
Esse texto lembrou-me uma música tbém, mas do Belchior:'Pequeno perfil de um cidadão comum', eis uns trechos:"Era um cidadão comum como esses que se vê na rua/falava de negócios/ria/via show de mulher nua/vivia o dia e não o sol/a noite e não a lua/embarcava no metrô/era feito aquela gente honesta/boa e comovida/que tem no fim da tarde a sensação da missão ccumprida"...
Bjs* e obg pela visita!
Gostei das tuas poeisas, agora isso aqui você devia filmar. Parabéns pelo blog, beijos.
E ainda dizem que a arte imita a vida. Bem dizia Bretch que isso era uma besteira sem tamanho!
Boa semana,
B-jim.
É o cotidiano em telas...
Beijos querida!!^^
Belo post..me fez recordar uma entrevista...vou procurar para lhe enviar (mas me cobre)
agradecido pelas visitas ao Rembrandt
abraço
Para mim Valéria, a televisão é a alienação, tudo é possível, para vidas reais impossíveis!
Bj,
Manuela
É a vida que imita a arte? Ou seria a arte que imita a vida? =)
Adoro vir aqui!
Beijo
Bom dia, minha cara acredito que a televisão é uma ótima maneira de me desligar da realidade (em algumas vezes) quando ela me cansa.
Beijos.
Ainda bem tragicomédia, o duro e se fosse apenas trágico, ou melhor nada é apenas trágico, o duro é se tua visão fosse do apenas trágico ... mas não, tens a alegria esculpida no pilar de dor.
beijos minha flor!!!
Ops, algo está diferente por aqui... vejo cores!rs
Quanto ao post, me pego pensando: no meu caso, como seria essa filme, hein? Idéia provocativa!
Beijo.
Jr.
gente que cena, isso é um excelente começo para uma peça de teatro ou um filme
imaginei coisas loucas agora
Postei a parte III de Veronika! :)
O chato é que a televisão tem controle remoto,já a vida... hummmm
Bacio carissima
Quem é o verdadeiro dono do controle remoto?
A vida diante da tela exalta fetiches e maqueia a realidade.
Bjs sempre lindos e com final feliz!
Bóra desligar a tv e ser atriz principal !!
Que importa o que passa na TV, seja voce o centro , a ancora ,a protagonista!
bjossss linda!
Postagem super maravilhooooooooosa.
Eu ñ sei sem tem muito há ver, mas me sinto assim no mundo atual em que vivo,onde estou, quem sou eu rs.
Beijokas amada,parabénssssssssssssss.
É só mais um capitulo Valéria
Interessante , gostei da sua criação.
beijinhos
Também somos atores nessa peça. Só que poucos percebem. Muitas vezes, nem nós mesmos.
Bjooo!!!
absorvemos a realidade e a fantasia, depois mesclamos, trocamos de lugar, mas no fim da nossa vida, o filme que passa nessa tela é onde somos actor/actriz principal.
Oi flor,
meu beijo de bom dia!!! e abraço apertado!
Não podemos deixar que as dificuldades nos torne coadjuvantes de nossa próprias história,temos que encarar, temos que ser o protagonista.
bejuxus, um ótimo dia para vc...
S2
Legal o post!! =D
Me fez pensar bastante!!
bjos
me calou com a tua frase.
que bom que gostou, do meu lado um tanto obscuro.
haha, procure ler o sobremusicaseflore.blogspot.com
adoraria saber o que acha sobre ele.
paz.
E como ver a nossa vida, fora de cena.
Beijos e flores!
Rolou uma coisa meio "Woody Allen", nesse post. Gostei muito, achei-o profundamente simpático.
E nem gosto tanto de Woody Allen. :-D
Pra viver é preciso que mergulhemos na vida.
Cadinho RoCo
Olhar a vida passar, cenas, cenas...
Beijos, Alessandra.
Ela só foi procurar no lugar errado! Se tivesse tentado a Blogosfera a probabilidade dela encontrar gente como ela seria maior! Veja tu por exemplo, é inteligentíssima, e isso muito me interessa!
Um abraço pra ti!
Não achei o e-mail para responder-lhe.
Da penumbra de uma noite, surge um brilho que indica o caminho.
Postar um comentário